Alerta sagrado
A consciência não a tem deixado dormir. Somam-se os dias sob o olhar atento da consciência, indefesa além do seu foco, presa numa torre de marfim, seu corpo. Numa vigília incessante, os soldados da consciência sabem que o perigo espreita no ar que respiram, sentem que a qualquer minuto, no meio da noite mais escura, o assalto se dará.
Às torres do sul, um grupo de soldado avista um clarão quente surgindo detrás das copas das árvores. Todos sentem o hálito em ondas lhes percorrer a espinha dorsal. Estremecem e esperam. Nada mais há para fazer além de esperar pelo dragão, a grande sepente mítica, aproximar-se dos muros desse castelo que É.
Às torres do norte, todos já se embalam na canção de uma aurora branca e azul, entregues ao êxtase de uma paz fulminante. Poder-se-ia dizer que já estão mortos, pois partilham todos do ritmo inebriante dessa união indissociada, branca e azul.
Mas nada se sabe sobre o que virá do leste e do oeste e a consciência ainda segura as cordas do mergulho no Si.
O alerta do sagrado.
Sinos da eternidade.
Às torres do sul, um grupo de soldado avista um clarão quente surgindo detrás das copas das árvores. Todos sentem o hálito em ondas lhes percorrer a espinha dorsal. Estremecem e esperam. Nada mais há para fazer além de esperar pelo dragão, a grande sepente mítica, aproximar-se dos muros desse castelo que É.
Às torres do norte, todos já se embalam na canção de uma aurora branca e azul, entregues ao êxtase de uma paz fulminante. Poder-se-ia dizer que já estão mortos, pois partilham todos do ritmo inebriante dessa união indissociada, branca e azul.
Mas nada se sabe sobre o que virá do leste e do oeste e a consciência ainda segura as cordas do mergulho no Si.
O alerta do sagrado.
Sinos da eternidade.

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